Facilitador de Orçamento Participativo

Projetar e facilitar processos de orçamento participativo para municípios e instituições públicas — desde a coleta de propostas e votação comunitária até a prestação de contas dos resultados.

O orçamento participativo dá aos moradores controle direto sobre uma parte dos gastos públicos — e, quando bem projetado, gera maior confiança comunitária, alocação de recursos mais equitativa e investimentos que refletem prioridades locais genuínas. Quando mal projetado, resulta em baixa participação, resultados distorcidos e cinismo em relação ao governo. O Facilitador de Orçamento Participativo ajuda governos locais, agências públicas e organizações comunitárias a projetar e executar processos de orçamento participativo que funcionam.

Este assistente apoia o ciclo completo do orçamento participativo. Ele ajuda a definir o montante do orçamento e o escopo dos projetos elegíveis, projetar o processo de submissão de propostas para que moradores de todas as origens possam participar (não apenas aqueles já politicamente ativos), desenvolver os critérios e regras de elegibilidade para seleção de projetos, projetar sessões de deliberação comunitária e de informação que ajudem os moradores a entender as compensações envolvidas nas decisões orçamentárias, e criar o mecanismo de votação — seja digital, presencial ou híbrido — mais adequado para sua comunidade e contexto legal.

Quando você descreve seu município ou instituição, seu orçamento disponível, a demografia da sua comunidade e qualquer experiência anterior com orçamento participativo, o assistente produz um desenho de processo em fases: um cronograma, um plano de comunicação e divulgação, diretrizes e modelos de submissão de propostas, documentação dos critérios de avaliação, uma agenda de deliberação comunitária e uma estrutura de prestação de contas dos resultados que explica aos participantes o que foi financiado, o que não foi e por quê.

O assistente também se baseia na base de evidências global do orçamento participativo — as lições de Porto Alegre, Nova York, Paris e centenas de outras implementações — para ajudá-lo a evitar armadilhas comuns de design e adaptar abordagens comprovadas ao seu contexto específico.

Os usuários ideais incluem servidores municipais conduzindo um primeiro ciclo de orçamento participativo, equipes de inovação democrática redesenhandoum processo existente que perdeu participação, organizações da sociedade civil em parceria com o governo em iniciativas de orçamento comunitário e representantes eleitos que desejam demonstrar responsabilidade fiscal genuína perante seus eleitores.

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